FEIRAS E EVENTOS PROFISSIONAIS.

ENTREVISTA DE EMPREGO.

DIVULGAÇÃO E DICAS DE VAGAS DE EMPREGO .

RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL E DIREITO DO TRABALHADOR.

MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL.

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17 de fevereiro de 2016

O Mau Humor no Trabalho

O Mau Humor no Trabalho

Mau Humor no Trabalho


Muito se investe no bem estar dos colaboradores, para que se garanta um clima organizacional favorável ao desenvolvimento profissional e na formação de uma relação harmônica.

Mas neste ambiente agradável, muitas vezes esconde-se o desconforto gerado pelos conhecidos Lula Molusco,as lulas mau humoradas, que carrega seus maus humores crônicos, que pode ser uma doença chamada Distimia, ou se já um transtorno mental.

Em nosso convívio sempre encontramos pessoas, que tem prazer em ofender ,humilhar em publico,falar alto para intimidar os próprios colegas de trabalho, muitas vezes se acostuma com esta postura , evitando-o,torcendo para que não necessitemos da sua cooperação ou dividirmos tarefas, situação incomoda, mas podemos ajudar essas pessoas observando, e alertando o seu Superior ou seu Departamento de Recursos humanos de sua empresa.

A distimia é uma doença causada por mau humor crônico e influencia não só a vida do paciente como também das pessoas que convivem com ele. Segundo o psiquiatra Antônio Nardi, uma das principais dificuldades em diagnosticar a doença é a similaridade dela com questões comuns de mau humor do dia-a-dia.

Situação complicada para local de trabalho onde passamos a maior parte do dia, haja resiliência, mas a boa noticia é que tanto para o mau humor crônico como para o mau humor ocasional existe cura, o primeiro com ajuda de um psiquiatra será capaz de diagnosticar e tratar a doença, o outro com boas risadas e acompanhadas de pessoas agradáveis, passeios etc...


Tags: Mau Humor no Trabalho,Distimia

4 de fevereiro de 2016

Conceito de Avaliação 360 graus

Conceito de Avaliação 360 graus


A ‘Avaliação 360 Graus’, também chamada de “feedback 360”, é um método de avaliação de pessoas que se baseia na ampla participação de todos os integrantes da equipe.

Por esse modelo, que alguns gestores preferem chamar de “avaliação multivisão”, o profissional é avaliado não somente pelo superior, mas também pelos seus pares e eventuais subordinados.

É assim que conseguimos identificar os elos fracos de uma equipe. Um profissional pode parecer muito competente aos olhos do superior mas, na verdade, oprimir seus subordinados de uma tal maneira que estes deixam de ser proativos e não rendem para a empresa tudo o que poderiam render.

No afã de mostrar trabalho, muitos executivos cometem o erro de centralizar tudo, negando-se a dividir tarefas e responsabilidades com seus pares. Esse tipo de comportamento não costuma gerar bons resultados.

Como funciona

Na ‘Avaliação 360 Graus’, os participantes recebem feedbacks estruturados de seus superiores, pares, subordinados e outros stakeholders. Além disso, o profissional elabora sua própria autoavaliação.

Para chegarem a esse tal ‘feedback estruturado’, os membros da equipe preenchem um questionário específico, que descreve os comportamentos de liderança considerados essenciais pela organização.

Os resultados são confidenciais, ou seja, a pessoa que os recebe não sabe quem a avaliou. A garantia de anonimato é uma maneira de evitar que os subordinados fiquem com medo de agir com sinceridade, e a confidencialidade em torno dos resultados poupa o avaliado de eventuais constangimentos.

Graças aos feedbacks recebidos, o profissional pode guiar melhor o seu próprio desenvolvimento, perceber em quais pontos ele pode e deve melhorar e, assim, corresponder plenamente às expectativas da empresa.

Avaliar é preciso

Manter a equipe motivada é sempre importante. Em tempos de crise, então, nem se fala! Uma equipe coesa, unida em torno de objetivos comuns, disposta a enfrentar os desafios e a superar metas, é elemento fundamental para o sucesso e, cada vez mais, para a sobrevivência das empresas.

Mas como proporcionar ânimo à equipe? Não basta pagar salários justos e conceder benefícios. A remuneração é importante, mas não é tudo. Reconhecer os méritos, oferecer um ambiente saudável de trabalho e evitar certos vícios comuns à vida corporativa, como o autoritarismo da chefia e o mau costume de dar ouvido a fofocas, são medidas indispensáveis.

Mas há algo que tem mais peso do que todos os outros elementos juntos: colocar a pessoa certa no cargo certo é fundamental.

Por exemplo, um funcionário com perfil inseguro, que evita compartilhar projetos e ideias com os demais membros da equipe, impacta no trabalho dos demais. Um gestor que não dá retorno aos subordinados e até os trata de maneira agressiva e autoritária pode estar comprometento o avanço dos projetos e do desempenho de sua equipe.

E isso é independentemente da formação acadêmica ou do grau de conhecimento técnico que possuam. Por isso, não importa qual seja o tamanho da empresa ou a sua área de atuação, incorporar a realização de avaliações constantes será muito produtivo.

O importante, principalmente para o gestor, é saber utilizar a ‘Avaliação 360 Graus’ e continuar incentivando o desempenho e crescimento dos funcionários da empresa.

Por Magui Lins de Castro (sócia da CTPartners Brasil, empresa norte-americana especializada em recrutar e selecionar excutivos de alto escalão. http://www.ctnet.com/ )

Fonte: Extraido-HSM Online-19/03/2009

Tags: HSM,avaliação,360 graus

DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

A participação entre empresas e funcionários é essencial para que as oportunidades de desenvolvimento profissional sejam iguais para todos.

Com a relação transparente desses ícones gera a criação de planos de carreira e desenvolvimento das necessidades de treinamento para cada área e aspirações de cada indivíduo dentro da empresa, muitas vezes apesar desse comprometimento à empresa oferece horizontes menores que as oportunidades pretendidas pelo funcionário.

Em uma empresa familiar torna se mais complicado quando a filosofia da empresa não esta bem definida, o profissional contratado vê no treinamento uma oportunidade de aumento de produtividade, muitas vezes em uma empresa familiar considera-se esta ação desnecessária, porque traria custos extras.

O ser humano precisa se sentir, sempre uma perspectiva de desenvolvimento.

O crescimento da empresa e do indivíduo deve ser exteriorizado e concretizado, mostrando o seu desempenho.


Tags: Carreira, desenvolvimento profissional


A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO  PROFISSIONAL
MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL

As empresas contratam corpo mente, braços, mãos, cérebro, emoção, enfim tudo relacionado a você.

A falta de Motivação, cria-se desinteresse pelo trabalho fazem do indivíduo um mero cumpridor de tarefas limitando sua visão e desviando a do processo como um todo.

Quando você esta motivado, pode ser sentir a carga energética percorrendo dentro da espinha, o brilho nos olhos, o desejo a flor da pele.

Mesmo grupos desmotivados e decadentes ressurgem das cinzas quando expostos a ambientes motivados.Isso faz diferença no desempenho da organização, bem como eleva o grau de felicidades de todos.

Um sistema de troca justa eleva a vontade de trabalhar nesta ou naquela organização, mas isso tudo depende do potencial da empresa em obter lucro.

Afinal de contas, é a composição humana que acorda todos os dias e dedica suas habilidades e criatividade para que o produto fique pronto, agrade ao cliente e traga benefícios para sua empresa.

Felizmente, algumas empresas brasileiras já realizaram essa vertente e se esforçam para satisfazer seus clientes internos, mas as direções de algumas companhias agem como se tudo estivesse perfeito e nunca se dispõem a discutir problemas francamente com seus funcionários, aumentando a falta de comprometimento com a integridade para os negócios e valores da empresa.


Tags: Motivação profissional

4 de maio de 2015

3 dicas imprescindíveis para o crescimento profissional


Saiba como aproveitar esses conselhos para o sucesso da sua carreira

O crescimento na carreira é a meta de praticamente todos os profissionais que investem no futuro e buscam oportunidades para desenvolverem todo o seu potencial. Nesse sentido, aprender de outro idioma, extensões universitárias, como a pós-graduação e também o intercâmbio são excelentes ideias, porem, o caminho para o sucesso não se resume a esses investimentos, por mais que sejam importantes para o futuro.
Existem pontos fundamentais que estão presentes na vida de todos, mas se manejados de maneira mais eficiente, podem determinar a conquista dos objetivos futuros. São eles:

Saúde
Ninguém consegue produzir mais ou com qualidade superior se não está se sentindo bem. Por isso, é vital cuidar bem da saúde e garantir que você estará plenamente capaz de fazer seu trabalho da melhor maneira possível, sem fazer com que seu corpo pague o preço. Além de um bom acompanhamento médico, alimentação correta, uma rotina de exercícios e, principalmente, boas noites de sono, são essenciais para manter o ritmo.

Tempo
Saber gerenciar bem o seu dia é a chave para conseguir administrar bem vida pessoal e profissional, bem como lidar com todos os projetos e conseguir atingir um desempenho satisfatório. Um inimigo dessa lógica é o hábito de ser multitarefas. Isso acontece porque, ao dividir o foco entre várias atividades, você acaba demorando mais para completá-las e pior: não se dedica completamente a nenhuma delas. O ideal é se concentrar totalmente em uma tarefa de cada vez, para garantir que elas sejam completadas a tempo e com qualidade.

Equipe
Não importa o quão alto seja o cargo: ninguém trabalha sozinho. Sendo assim, é importante se cercar de colegas motivados, em quem você confie para dividir o trabalho e que, por outro lado, possam colaborar com você em situações de crise, elevando a sua própria força de vontade. Um bom relacionamento com a equipe tem como consequência um ambiente mais agradável e, provavelmente, um resultado melhor.


Fonte: Universia Brasil

Tags: Carreira

1 de maio de 2015

5 dicas indispensáveis para trabalhar em multinacionais


Construir carreira em uma corporação grande faz parte das metas de muita gente. O caminho para entrar em grandes empresas, no entanto, pode ser muito mais sinuoso do que é possível imaginar. As dificuldades podem ser ainda maiores quando falamos de multinacionais. Neste caso, além de todos os cuidados que são necessários em grandes corporações, é preciso também considerar a interação entre culturas diferentes.
Como lidar com CEOs estrangeiros? O que é preciso conhecer sobre a cultura do país de origem da pessoa que vai te chefiar? Que tipo de postura vai influenciar na construção da sua carreira? Muita gente não se dá conta, mas não raro vagas importantes deixam de ser conquistadas por detalhes mínimos.
Para vencer determinadas barreiras tanto no processo seletivo quanto no início da trajetória em uma multinacional, a professora da IBE-FGV, Rita Ritz, especialista em Desenvolvimento Organizacional e doutora em qualidade, dá algumas orientações que podem ser extremamente úteis para evitar tropeços no início da caminhada.

Domínio da língua
Dominar muito bem o inglês ou espanhol faz parte do óbvio, mas em determinadas situações é preciso ir além. "Se o CEO for de outro local, se for chinês ou coreano, por exemplo, essa profissional vai precisar fazer um esforço maior para entender o inglês dessas pessoas, porque ele virá carregado de sotaque. A pessoa precisa preparar-se para isso, de repente até buscar um curso rápido de conversação para auxiliar nesta questão", aconselha.
Ouvir mais do que falar
A especialista frisa que existe um estereótipo de que as mulheres são mais falantes que os homens em ambientes profissionais. Ela reforça, no entanto, que este estereótipo nem sempre é verdadeiro. O conselho dado por ela, tanto para mulheres quanto para homens, é ouvir mais do que falar.

Cuidado com a proximidade

É preciso ter atenção na hora de lidar com a receptividade. De um modo geral, a professora ressalta que a mulher tem mais facilidade para criar uma relação mais maternal, algumas vezes dando abertura para que outras pessoas se abram com ela para falar sobre assuntos pessoais. "Sempre alerto para ter cuidado com essa proximidade porque ela pode ter uma leitura diferente por pessoas de outras culturas. O indiano, por exemplo, pode interpretar essa postura de uma forma negativa para a candidata".

Cumprimentos

Pode parecer bobagem, mas não é. Pense duas vezes antes de dar aqueles dois beijinhos ao cumprimentar seu novo CEO ou mesmo antes de apertar a mão dele. A questão da saudação que se faz a alguém é algo muito variável de uma cultura para a outra. "O que para nós pode parecer uma coisa gostosa, receptiva, para quem vem de outra cultura pode ser entendido como falta de respeito ou má educação. Estude sobre a cultura do seu CEO para entender a melhor maneira de cumprimenta-lo".

Discrição no primeiro momento

Ao contrário do homem, que já se habituou à vestimenta padrão do terno ou do blazer, a mulher tem diversas possibilidades para vestir-se de forma elegante no trabalho. Essa variedade, no entanto, traz também mais preocupação quanto aos detalhes em empresas com perfil mais tradicional.

A especialista reforça que no primeiro momento é preciso que a candidata preocupe-se em manter-se o mais discreta possível, para que o conteúdo que tem a oferecer sobreponha-se à aparência. "É preciso fazer uma gestão pessoal neste momento. Olhe-se no espelho antes de ir ao trabalho ou para a entrevista e veja se há algum exagero. A pessoa não quer chamar atenção para um detalhe em especial, mas sim para o conjunto como um todo. Ela quer que o CEO olhe para ela e enxergue um sujeito completo e não para um detalhe, como um batom forte ou uma roupa apertada, principalmente em outras culturas", diz.

A professora salienta ainda que com o tempo a pessoa vai analisando o local de trabalho e encontrando formas de vestir-se de um modo mais confortável, mas que no primeiro momento é preciso ter atenção redobrada quanto à aparência. "Já atendi uma pessoa que passou por várias etapas de um processo seletivo e foi reprovada na reta final porque entrou na sala mascando um chiclete. Não havia percebido, estava com o chiclete por nervosismo e isso acabou prejudicando-a", exemplifica.

Ela atenta ainda para o fato de que esses cuidados com detalhes não se restringem ao público feminino, alguns conselhos servem para ambos os sexos. Um chaveiro, por exemplo, com o símbolo de seu time que fique à mostra no momento de uma entrevista, pode gerar antipatia do entrevistador se ele torcer para o time rival. Parece inacreditável, mas detalhes mínimos podem pesar contra você dependendo do contexto. "São coisas pequenas, mas que temos que tomar cuidado para não chegarmos dividindo. No primeiro momento, é preciso chegar somando", finaliza a professora.

Fonte: UOL.com


Tags: Carreira.Emprego Multinacional

11 de abril de 2015

Veja as áreas com as maiores médias salariais do Brasil


Média salarial nacional é de R$ 2.040; autopeças paga até 45,80% mais.

Setor de vigilância e transporte de valores foi o que mais cresceu.

A indústria de autopeças é o setor que melhor remunera no Brasil, com média salarial 45,80% acima da média nacional, que é de R$ 2.040, segundo pesquisa da Catho que listou as áreas com as maiores médias salariais do Brasil.

Antes líder da pesquisa, o setor de mineração, extração de óleo e gás caiu para a segunda colocação, com 42,30%. Na pesquisa anterior, divulgada em novembro de 2014, o setor estava 59,79% acima da média. Os dados fazem parte da 50ª Pesquisa Salarial Catho, que leva em conta os últimos 12 meses.

Veja a lista com os 10 principais ramos de atividade:

1) Indústria de autopeças - 45,80% acima da média
2) Mineração, extração de óleo e gás - 42,30% acima da média
3) Fabricação de equipamento elétricos e eletroeletrônicos - 38,60% acima da média
4) Fabricação de papel e similares - 35,53%
5) Fabricação de equipamento e maquinário industrial, hidráulico e para construção - 33,36% acima da média
6) Eletricidade, gás, água e serviços sanitários - 26,10% acima da média
7) Fabricação de calçados - 24,69% acima da média
8) Fabricação de equipamentos de transporte - 23,81% acima da média
9) Indústria automotiva - 19,37% acima da média
10) Agricultura, agropecuária, silvicultura e pesca - 19,11% acima da média

A área de mineração, extração de óleo e gás foi o grande destaque das quatro edições da Pesquisa Salarial da Catho em 2014, se mantendo como principal ramo de atividade em termos de remuneração média. 

A tendência parece ter mudado um pouco de direção na primeira edição de 2015.

A pesquisa ainda aponta as áreas que mais cresceram nos últimos 12 meses. 

As áreas de vigilância e transporte de valores, indústria de equipamentos de entretenimento e hotelaria e turismo foram as três que registraram maior crescimento, com 24,05%, 20,73% e 14,17%, respectivamente.

Veja a lista com as 5 áreas que mais cresceram nos últimos 12 meses:

1) Vigilância e transporte de valores - 24,05%
2) Indústria de equipamentos e de entretenimento - 20,73%
3) Hotelaria e turismo - 14,17%
4) Agência de propaganda - 5,80%
5) Instituições de ensino médio e fundamental - 5,17%

A pesquisa também analisou os impactos dos níveis de escolaridade dos profissionais em diferentes níveis hierárquicos. Para um diretor, por exemplo, o salário é de R$ 14.196,64 quando ele não fez ou não concluiu a graduação. Já o profissional que possui mestrado ou doutorado pode ganhar até 19.705,36.

Em cargos de gerência a diferença é ainda maior, em que o profissional sem graduação ganha R$ 3.148,98 e o que possui mestrado pode ganhar até R$ 9.219,40.

E quando o assunto é o conhecimento em um segundo idioma, a diferença salarial não fica para trás. No caso dos supervisores, falar outra língua pode aumentar o salário de R$ 3.145,90 para 4.825,70. Já para os gerentes, o ganho mensal pode passar de R$ 5.503,15 para R$ 8.790,95.

A Catho divulga a cada três meses uma atualização da sua Pesquisa Salarial e de Benefícios. Este recorte faz parte da 50ª edição, que contou com mais de 480 mil respondentes em 2 mil cidades brasileiras.

Fonte: G1.globo.com


Tags: Salario;Empresas

31 de outubro de 2014

Futuro do Mercado de Trabalho




Futuro do Mercado de Trabalho

A Empresa HBE que tem como seu objetivo estabelecer um estilo de vida em busca do bem estar, fez este vídeo para chamar atenção para as questões ambientais,mas retratou como se estivesse prevendo a crise mundial através de uma bola de cristal, o mais interessante que este vídeo ocorreu bem antes destes acontecimentossem este proposito, mas serve de alerta e para abrir os olhos daqueles que estão distante da aposentadoria ou estão ingressando no mercado de trabalho agora, para os que não valorizam uma boa rede relacionamentos e a vida, não deixem de assistir pois poderá dar um novo sentido a vida de muitas pessoas.

7 de agosto de 2014

Acha que está ganhando pouco? Site diz se seu salário condiz com o mercado


SÃO PAULO - Conversar sobre salário com colegas de profissão ou até mesmo com o pessoal da empresa é um verdadeiro tabu no mundo corporativo.

Na contramão, a comparação salarial é a melhor maneira de saber se é hora de perdir um aumento ou até buscar uma nova colocação.

Para isso, o site Salário BR pode lhe dar uma “mãozinha”. Lá é possível ver a média salarial para os níveis trainee, júnior, pleno, sênior e master de diversos cargo.

O site gratuito mostra ainda faixas salariais de acordo com o porte da empresa, seja ela pequena, média ou grande. “Sabemos que nem sempre é fácil perguntar ao amigo quanto ele ganha”, conta a analista de 
Recursos Humanos do site, Fabiana Zandroski. “Nossa intenção é ajudar os profissionais a analisarem sua posição no mercado.”

A ferramenta utiliza o banco de dados do BNE (Banco Nacional de Empregos), que conta com mais de seis milhões de currículos cadastrados. Os candidatos preenchem o valor de seus salários, suas funções e as empresas onde atuam. O Salário BR http://www.salariobr.com.br/
filtra os dados estabelecendo as médias apresentadas na pesquisa.

"Nossa pesquisa serve para o profissional que acha que ganha pouco, o que quer pedir um aumento e quer se munir de informação real para isso", conclui Fabiana.S

Eu conferi  é muito boa esta pesquisa

Fonte: InfoMoney – seg, 4 de ago de 2014 13:49 BRT


Tags: Salario,

16 de julho de 2014

Amor à profissão: paixão desenfreada pelo que faz pode ser prejudicial!



Se você perde a noção do tempo quando trabalha, não se incomoda tanto quanto seus colegas de ter de ir ao escritório no final de semana, ou de fazer horas extras quase sempre, se orgulha de suas realizações e nunca se arrepende da profissão que escolheu, parabéns! É um apaixonado pelo que faz!Mas, antes de comemorar a descoberta - que talvez não fosse novidade alguma para você -, saiba que nem sempre amar a profissão é positivo.
Existe o lado bom, é claro. "Quando o profissional conquista seu propósito e trabalha por algo mais do que dinheiro, sente que cumpriu sua missão. Ele realizou um sonho e o dinheiro é apenas um valor-meio e não um valor-fim", afirma o especialista em Carreira da Sociedade Brasileira de Coaching, Maurício Sampaio.
"Por exemplo, para um jornalista que ama a profissão e sempre teve como propósito melhorar a vida das pessoas, por meio da informação, não existe barreira. Para as pessoas que amam o que fazem, inexiste a palavra "não".
Às vezes, o que os outros falam entra por um ouvido e sai pelo outro. É uma paixão que pode cegar a pessoa e aliená-la da realidade que a cerca", acrescenta ele.Isso sem falar que é mais difícil frustrar um profissional que adora o que faz, mesmo diante de uma demissão, já que, para ele, as empresas e os empregos são apenas meios para que possam atingir seus objetivos pessoais.
Mas os anos passam...Todavia, o profissional apaixonado pelo que faz pode passar muitos anos se entregando de corpo e alma ao trabalho, estudando e se aperfeiçoando, galgando os degraus, um por um, para chegar ao topo e é possível que, ao finalmente chegar lá, ele olhe para baixo e pense:
"Nossa, como minha vida passou rápido e eu nem percebi!".Nessa hora, pode bater um arrependimento... Por não ter acompanhado o crescimento dos filhos, por ter abandonado amigos no meio do caminho, por não ter dado atenção suficiente à vida amorosa, por ter esquecido de cuidar da saúde, por não ter viajado mais e conhecido lugares que, provavelmente, permanecerão desconhecidos.
A coach, psicóloga organizacional e consultora do Idort/SP, Rosana Bueno, admite que a vantagem de amar o que faz é que a pessoa trabalha com prazer, tem menos estresse que os demais e não vê as horas passarem.ProblemasMas existem problemas e um deles é que, ainda que sem querer, esse profissional coloca o trabalho em primeiro lugar, em detrimento de outros setores de sua vida.
"Tudo que é feito em excesso faz mal", garante a consultora do Idort/SP.A outra questão reside no fato de que, apesar de as pessoas serem cada vez mais incentivadas a fazer o que gostam, quando o assunto é carreira - segundo especialistas, esta é uma premissa para o sucesso -, a verdade é que "nem sempre quem faz o que gosta é bensucedido", nas palavras de Rosana.
"Se a remuneração de um profissional é incompatível com o que ele desenvolve em uma empresa, então fazer o que gosta não foi suficiente para ele. Para obter sucesso, é preciso um misto de talento, formação e prazer", explica ela.E acrescenta:
"Alguém que trabalha 10, 12 horas por dia pode não ter o estresse psicológico, mas terá o físico. A saúde pode ficar comprometida. Além disso, muitas pessoas esquecem de suas famílias e outras tantas acabam protagonizando divórcios. É preciso equilibrar".
A conclusão é que amar a profissão não é sinônimo de sucesso nem de felicidade.Mercado pode ser um "aspirador"Na opinião de Sampaio, quem possui uma paixão desenfreada pelo que faz pode se tornar um mártir para si próprio.
"Algumas pessoas realmente se deixam sugar por esse "aspirador" que é o mercado de trabalho. Elas não conseguem impor barreiras para si próprias e, por vezes, vivem a pensar no futuro, e não no presente. Desse jeito, é claro que a vida passa mais rapidamente. A sensação é de que o tempo voou", diz ele.Para aqueles que amam o que fazem, fica o recado: não deixe a paixão se transformar em obsessão!


Tags: Amor à profissão:.carreira
Por Karin Sato - InfoMone

27 de fevereiro de 2013

Cinco motivos para recusar uma contraproposta



O salário é pouco; as responsabilidades tornaram-se excessivas; o superior direto é inseguro e impede seu crescimento profissional; o ambiente de trabalho é demasiado competitivo; falta reconhecimento. Muitos são os motivos que levam as pessoas a procurarem outro emprego.

Às vezes, demora um pouco, mas, cedo ou tarde, a nova oportunidade aparece para os mais persistentes. Na hora do pedido de demissão, entretanto, o chefe resolve fazer drama. Afirma que tinha planos para o profissional, pergunta a ele o que o estava incomodando e por que pretende deixar a empresa e se mostra decepcionado. No final, solta a pergunta de praxe: "O problema é dinheiro? Quanto você vai ganhar? A gente cobre...".

Os problemas que envolvem a contraproposta

Não raro, o ímpeto do profissional é aceitar a contraproposta. Ele se sente finalmente valorizado por conta da oferta e cria uma ilusão de que a situação na empresa deve melhorar. No entanto, a gerente de Recursos Humanos da V2 Consulting, Andréa Moreira Kuzuyama, selecionou alguns bons motivos para rejeitar a contraproposta:

1-A imagem do profissional no mercado é prejudicada - Quando alguém participa de um processo seletivo, que, geralmente, tem várias etapas, e demonstra interesse pela oportunidade que está sendo oferecida, cria uma grande expectativa na contratante. Se esta o escolheu, é porque está contando com sua experiência e talento. Imagina que balde de água fria não seria notificá-la de que decidiu permanecer no emprego atual? Certamente, para esta empresa, o profissional nunca mais irá trabalhar. E não é só isso. Segundo Andréa, não são só as portas desta empresa que ele está fechando, porque as pessoas trocam informações, mudam de emprego, enfim... A reputação do profissional em seu ramo de atuação como um todo sai prejudicada;


2-A relação de confiança com a empresa onde trabalha atualmente é debilitada - o chefe pode até oferecer uma contraproposta, por reconhecer que será difícil encontrar outra pessoa que faça o que seu funcionário faz com a mesma qualidade e eficácia, mas ele certamente irá pensar: "O que fez ele querer sair daqui e procurar outro emprego?". E a resposta mais óbvia é: insatisfação. "A pessoa pode até aceitar a contraproposta, mas o fato é que sua relação com a empresa será mais frágil a partir de então", explica Andréa;

3-Reconhecimento tardio - Pense bem. Você ficou alguns anos na empresa e nunca ganhou uma promoção nem teve aumento significativo no salário. Por que, somente agora, que recebeu uma nova proposta de emprego, seu chefe decidiu valorizá-lo? Esse reconhecimento se dá de forma tardia e pode causar certo desconforto, quando a ficha cair. "Muitos profissionais aceitam a contraproposta, porque se iludem com o aumento do salário, agindo por impulso. Porém, cedo ou tarde, perceberão que há algo errado";

4-Só o salário não garante a motivação - Mais uma vez, cuidado para não se iludir com o valor da contraproposta. Andréa recomenda, antes de mais nada, analisar variáveis, como perspectiva de carreira, ambiente de trabalho e qualidade de vida. Reflita sobre o que estava causando sua insatisfação, o que acarretou a procura de uma nova oportunidade;

5-O desconforto causado entre os colegas de trabalho - Não existem segredos em empresas. As informações correm pelos corredores. Por isso, aceitar uma contraproposta pode acarretar muitos problemas na equipe. Em primeiro lugar, por conta da remuneração. As pessoas vão saber, inevitavelmente, que o colega está ganhando mais. Aqueles que desempenham a mesma atividade podem se sentir injustiçados e pleitear um aumento salarial também. Outro problema diz respeito à impressão que as pessoas terão da empresa. Elas pensarão: "somente serei valorizado se conseguir outro emprego e ameaçar deixar a companhia".

Por Karin Sato - InfoMoney

3 de janeiro de 2012

É verdade que só é promovido quem trabalha demais?


É verdade que só é promovido quem trabalha demais?

As pessoas acreditam que merecem ser promovidas porque trabalham em demasia, estão sempre atoladas de trabalho, ficam até tarde no escritório e praticamente não têm mais tempo para curtir a família e os amigos. Mas elas estão enganadas.

A promoção está diretamente relacionada com a capacidade de entregar resultados. De acordo com Irene Azevedo, consultora da DBM, empresa especializada na gestão do capital humano, estar atolado de trabalho não quer dizer que você está pronto para ser promovido.

A competência

"Na nossa cultura, valorizamos o hábito de ficar até tarde no trabalho, mas o fato de uma pessoa fazer muitas horas extras não mostra que ela é competente", garante a especialista.

"Competência é conseguir entregar o que é pedido dentro do prazo, e com qualidade. E isso depende muito mais da capacidade de priorizar as atividades. No dia-a-dia, somos levados pelos inúmeros e-mails que recebemos, pelas reuniões desnecessárias e, no final, não realizamos o que é mais importante. Quem sabe dar prioridade tem mais chance de ser promovido, porque se expõe melhor".

E quem visa à promoção deve saber priorizar as atividades sem a ajuda do superior direto. Há pessoas que precisam de alguém ao lado delas o tempo inteiro dizendo o que é preciso ser feito com mais urgência. Mas justamente essas dificilmente são valorizadas.

Irene alerta ainda para a importância de não querer "abraçar o mundo". Segundo ela, a pessoa pode ser competente e responsável, mas se atrapalhar por querer realizar várias atividades. "Abraçar o mundo não necessariamente irá ocasionar a promoção", sublinha.

O que leva à promoção?

Para ser promovido, segundo ela, um dos atributos mais importantes que o profissional deve ter é a capacidade de enxergar o todo e traçar metas corretas para seu departamento. "Ele precisa ter um norte para seguir no dia-a-dia. Quem tiver esse norte definido e conhecer seus pontos fortes e as oportunidades de melhoria, sabendo trabalhá-las, tem mais chance de conseguir uma promoção", conclui.

Por Karin Sato - InfoMoney- http://www.administradores.com.br/

Tags: Promoção ,Trbalho

2 de abril de 2011

Como usar o trabalho voluntário para valorizar seu passe

Especialistas mostram como projetos sociais podem desenvolver suas habilidades profissionais
Apostar no projeto voluntário para ser notado em meio à pilha de currículos em cima da mesa do selecionador é uma alternativa para quem espera agregar atributos ao currículo.  “No Brasil, não é um critério de avaliação ter trabalho voluntário no currículo, como nos Estados Unidos, mas é importante para mostrar ao recrutador mais sobre o seu perfil, tanto pessoal quanto profissional”, explica Adrian Tsallis, sócio da consultoria 2GET.
Para que o trabalho voluntário seja um diferencial na seleção para o emprego, o candidato precisa observar pelo menos cinco posturas:
1. Para mostrar espírito de liderança
Se o cargo desejado exige que o candidato trabalhe em equipe ou assuma cargos de posição mais alta, é importante que o projeto voluntário apresente essa característica. “O candidato que organiza um movimento para ajudar a comunidade nas horas livres, por exemplo, mostra que tem espírito de liderança”, explica Tsallis.
O consultor completa que “a partir do momento em que o candidato está engajado e engaja outras pessoas em uma atividade que não é remunerada, transmite ao selecionador a ideia de que ele teria condições de fazer o mesmo no ambiente de trabalho”.
2. Para ser proativo
No currículo, como não há um espaço para completar com a palavra “proatividade”, o candidato pode informar a qualidade pela atividade voluntária. “Quando o profissional se dedica à um trabalho voluntário, ele mostra que está conectado com as necessidades da comunidade onde ele vive e procura soluções para melhorar o ambiente”, diz Marli Pereira, consultora do Instituto EcoSocial.
3. Para adquirir experiência profissional
Ser voluntário pode gerar a oportunidade de adquirir experiência na área em se deseja trabalhar e não há oportunidade no momento. Para Marli, o candidato deve usar os conhecimentos e habilidades da sua área de atuação - ou da área em que deseja atuar - para complementar as informações do currículo.
“Focar na área em que se conhece para usar no projeto é uma boa forma de se valorizar e diversificar a sua expertise”, aconselha a consultora.
4. Foco na escolha de projetos
Os consultores acreditam que dificilmente um projeto contará pontos negativos na seleção de emprego, mas é possível escolher projetos mais apropriados para ser incluído no currículo. “Temas controversos ou assuntos delicados são mais raros para esses casos, mas às vezes é necessário evitá-los”, diz Tsallis.
Ele explica que, além de estar relacionado à área de atuação, "os projetos de maior impacto ou vinculados a causas locais podem significar que o profissional está atento ao ambiente onde vive e, possivelmente, também onde trabalha".
5. Para desenvolvimento pessoal
Para Marli, o profissional que oferece os conhecimentos da sua área em prol do social é bem visto principalmente pelas empresas que valorizam os trabalhos em responsabilidade social, "porque sabem que estará bem representada pelo profissional contratado”.
Fonte: Amanda Luz, de Portal Exame 02/03/2011
Tags: projeto voluntário, Instituto EcoSocial

13 de novembro de 2010

No currículo, profissional mais velho tem de saber vender sua experiência

No currículo, profissional mais velho tem de saber vender sua experiência
Profissionais com mais experiência costumam ir aos extremos ao preparar seus currículos: ou listam todos os empregos pelos quais passaram ou se esquecem de valorizar as funções que já tiveram. Nos dois casos, perdem a oportunidade de mostrar o que realmente têm de melhor.

"É preciso colocar os últimos anos de atuação ou as últimas quatro empresas em que trabalhou. Na entrevista, ele poderá falar dos outros [cargos], mas eles estão implícitos. Sabe-se que ele teve uma trajetória até chegar ali", sugere a consultora de recursos humanos Gláucia Santos, da Catho.

Mas colocar as mudanças de emprego não pode "pegar mal"? Não, segundo a especialista. "A empresa entende que o desemprego não está relacionado só ao desempenho da pessoa, e sim a uma questão de mercado, como a fusão de grande corporações."

Outro ponto a ser seguido: não descreva as atividades que já teve, mas foque nos resultados obtidos. Por exemplo, diga se conseguiu redução de custos ou aumento de faturamento e apresente os projetos que desenvolveu. As promoções, caso tenham ocorrido, são outro item essencial

Da Redação
Em São Paulo
http://www.uol.com.br/

Tags: currículo, profissional, mais velho, vender sua experiência

31 de julho de 2010

Duvidas em escolha da carreira ,faça download do livro Profissões 2010


CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola lança guia online sobre carreira em sua terceira edição do livro Profissões 2010,um livro que servira de guia para os jovens que estão com dificuldades em sua escolha profissional e com conquistar a sua vaga de estagio

O livro, que pode ser baixado gratuitamente pelo site http://www.ciee.org.br/portal/institucional/livroprofissoes.aspconta com ilustrações, o que torna sua leitura bastante agradável. São 210 páginas divididas em 72 capítulos



Tags: CIEE,estagio,vocacional,guia das profissões

2 de abril de 2010

7 Características das pessoas bem sucedidas


Recebi este artigo do Grupo de Franquia Pessoal MMN sobre as caracteristicas das pessoas bem sucedidas , exibe com realidade e conhecimento este tema.

O que faz uma pessoa ser bem sucedida? Vários fatores contribuem para que isso aconteça. Mas existem algumas características que essas pessoas têm em comum. Veja, abaixo, quais são elas:



1 - Todas elas trabalharam duro para chegar lá. Não há dinheiro fácil no mundo. O sucesso exige trabalho duro, e só é alcançado pelos que se dispõem a enfrentar esse trabalho.



2 - Pessoas bem sucedidas são honestas. O sucesso por meios desonestos dura pouco. O vendedor mentiroso e enrolador pode garantir a primeira venda, mas certamente nunca irá criar uma clientela...



3 - Pessoas bem sucedidas são perseverantes. Tentam até conseguir.



4 - Pessoas bem sucedidas são, na maioria das vezes, amigáveis e gostam de pessoas. É isso que permite que tenham facilidade em estabelecer contato e em liderar outros, quando necessário.



5 - Pessoas bem sucedidas gostam de aprender novas coisas. Durante toda a vida. Aprender significa crescer. Curiosidade intelectual é a chave para uma das maiores vantagens na competição profissional - a informação atualizada. Aprender significa não só adquirir novos conhecimentos profissionais. Significa, também, aprender com os próprios erros.



6 - Pessoas bem sucedidas sempre entregam mais do que prometem. Essa é uma regra de ouro - prometa a menos, entregue a mais. Assim, você não cria expectativas desnecessárias. E, ao entregar o que prometeu, causará uma agradável surpresa ao entregar mais do que prometeu.



7 - Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa...



Conhecendo essas características, faça uma pequena auto-avaliação. Qual delas é mais importante para você? Qual é a que você considera indispensável? Qual você gostaria de incorporar ao seu comportamento profissional? Que tal escolher uma delas e "trabalhar" no seu desenvolvimento durante o próximo mês? Se você realmente se aplicar, verá que os resultados podem ser muito bons.

Artigo do Consultor Independente -Claudio Abreu



Tags: Sete Características das pessoas bem sucedidas




27 de março de 2010

Ser ou não ser resiliente eis a questão:



Ser ou não ser resiliente eis a questão:




Parodia extraída dos versos de A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, na qual relata a dor e o sofrimento de Hamlet quando descobre as ações de seu tio para possuir o trono da Dinamarca. O tio matou seu pai e ainda engravidou a mãe.

Em nosso espírito sofrer, pedras e setas, com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja, ou

Insurgir-nos contra um mar de provações, E em luta pôr-lhes fim? Dizer que rematamos com um sono a angústia, E as mil pelejas naturais-herança do homem: Eis a Resiliência



Esta se tornando comum no vocabulário corporativo o tema resiliência e os resilientes.



A resiliência é freqüentemente citada em processos que explicam a "superação" de crises e adversidades em indivíduos, grupos, organizações e instituições (Yunes & Szymanski, 2001, Yunes, 2001, Tavares, 2001).



Os resilientes são os indivíduos com capacitadas de enfrentar,vencer obstáculos e adversidades, por mais dolorosos e traumáticos que podem ser .



Uma organização resiliente, gera uma sociedade inteligente, reflexiva, onde todas as pessoas são inteligentes, livres, responsáveis, competentes, e funcionam numa relação de confiança, de empatia e solidariedade, com tolerâncias ás mudanças, com limites de comportamento definidos e realistas; com comunicação aberta buscando a reconciliação e o sentido de comunidade (Tavares 2001, Flach 1991).



Para que aconteça qualquer mudança é necessário que exista um ambiente psicológico propicio, uma cultura organizacional adequada, para ajudar as pessoas a descobrir as suas capacidades, aceitá-las e confirmá-las positivamente e incondicionalmente, em boa medida, e torná-las mais confiantes e resilientes para enfrentar a vida do dia-a-dia por mais adversa e difícil que se apresente. (Chiavenato,1998,Tavares, 2001).



Apesar de a Resiliência ser abordada com um tema novo estudado pela psicologia, acompanha a humanidade aos longos dos tempos, mas se conseguirmos assimilar este novo contexto teremos um período de transformações profundas, para uma nova era que reinventará a maneira,alterando como que as pessoas pensam, se relacionam, trabalham, fazem negócios, se organizam, ganham dinheiro, se divertem e buscam uma qualidade de vida elevada ,sem a geração deste estresse interior .





Tags: resiliente ,resiliencia,qualidade de vida,

23 de dezembro de 2009

Estresse ocupacional aumenta no Brasil e no Mundo

Estresse ocupacional aumenta no Brasil e no Mundo

Medo de perder o emprego, ter de cumprir metas, ultrapassar a carga horária de trabalho, realizar tarefas repetitivas, não ter apoio dos colegas e não ter autonomia são os principais fatores que causam estresse entre os profissionais. Segundo pesquisa divulgada pela Regus, em dois anos, 58% das empresas no mundo tiveram aumento significativo de estresse ocupacional.

No caso do Brasil, a situação não é diferente, já que os brasileiros estão em segundo lugar no ranking de estresse no ambiente de trabalho, ficando atrás do Japão e superando países como China, Estados Unidos e Alemanha.

Em relação às horas trabalhadas por semana, o Brasil é líder, já que são 54 horas, contra a média mundial de 41 horas, de acordo com levantamento realizado pela ISMA (International Stress Management Association).

“Esta situação é negativa para as empresas, pois no momento em que estão lutando para retomar o crescimento, têm sua gestão e produtividade no trabalho afetadas, além de baixos níveis de motivação e conflitos internos”, afirmou o vice-presidente da Regus na América Latina, Michael Turner.

Como combater o estresse

Para combater o estresse, é importante que as empresas melhorem a qualidade de vida de seus funcionários e o seu ambiente de trabalho. Ao reduzir o nível de ansiedade das pessoas, é possível manter um equilíbrio saudável na vida profissional. Confira abaixo algumas dicas:

* Ter equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal;
* Praticar esportes e atividades de lazer;
* Programar horários e se dedicar à família e aos amigos;
* Evitar sobrecarga: estabeleça uma lista de objetivos de curto e médio prazos;
* Planejar as atividades que precisam de mais tempo e delegar, quando necessário;
* Estabelecer prazos para execução das atividades;
* Manter um ambiente de trabalho limpo, arrumado e com objetos que ajudam a manter um ambiente aconchegante para trabalhar;
* É importante fazer pequenas pausas durante a jornada de trabalho, para que possa se desligar daquela atividade e voltar mais concentrado;
* Dormir 8 horas por dia;
* Motivar e ser motivado positivamente: a motivação começa em cada um e acaba por contagiar o meio em que se vive.




Por Equipe InfoMoney

5 de dezembro de 2009

Seja seu próprio headhunter e planeje 2010

Sabemos que as empresas aproveitam o final do ano para realizarem o balanço fiscal. Por isso, aproveito a oportunidade e faço a seguinte provocação aos profissionais: que tal fazer um balanço da carreira? Nesse sentido, pontos como sua posição dentro do organograma da empresa e atividades exercidas no cotidiano devem ser avaliadas.

Conhecer o cenário atual de sua carreira é o primeiro passo para um bom planejamento de 2010. Levante os pontos que lhe agradam e os que lhe desmotivam. Desse modo, a tarefa de traçar os objetivos a serem alcançados será mais fácil. Para obter resultados expressivos, trabalhe na elaboração de metas tangíveis e as escreva como forma de concretizar suas idéias. Alguns estudos comprovam que esse ato aumenta nossas chances de realização.

Com o panorama geral do seu desenvolvimento profissional em mãos, chega a hora de definir as estratégias e os caminhos que irá percorrer para alcançar suas metas. Entre as ações mais freqüentes estão o ingresso em cursos de idioma, viagens de intercâmbio e volta aos estudos.

Para uma nova visão de como se preparar para o crescimento profissional, precisamos assumir a postura de gestores quando pensamos em nossas carreiras. Imagine-se na posição de um verdadeiro Headhunter e veja o que deve ser acrescentado ao currículo para que possa ocupar a vaga dos seus sonhos. Depois disso, inverta os papéis e pense que está conversando com o especialista em recrutamento para a seguinte tarefa: descrever as habilidades listadas no currículo de maneira segura e convincente.

Por último, faça um estudo sobre os fatores externos que irão impactar a sua carreira em 2010, como o desenvolvimento econômico esperado e as projeções da área em que deseja atuar. Essa etapa do planejamento é importante para que você tenha condições de alinhar aquilo que julga necessário fazer com aquilo que o mercado espera.

Os períodos finais de um ciclo podem ser encarados como aqueles que antecedem uma nova fase. Por isso, ao invés de deixar para pensar nas decisões que irá tomar em 2010 somente em janeiro, aproveite os últimos dias desse ano e trace os caminhos que irão fazer a sua carreira decolar durante os próximos 12 meses.


Renato Grinberg é diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho. Grinberg desenvolveu sólida carreira internacional, tendo trabalhado em empresas como a Sony Pictures e a Warner Bros., nos EUA.


Por Renato Grinberg - www.administradores.com.br

10 de outubro de 2009

Não deixe a crise abalar sua carreira

Não deixe a crise abalar sua carreira
Gestores e profissionais contam quais os 10 erros fatais nessa hora
Gerir a carreira é tarefa que se torna ainda mais difícil em momentos de crise. E, nessas épocas, o desespero e a falta de informação podem levar profissionais - tanto recém-formados como os mais experientes - a cometer erros cruciais na gestão de suas carreiras. Descuidos que podem colocar em xeque não apenas suas vagas, mas também a ascensão pessoal no mercado de trabalho.
O Universia conversou com professores e consultores de carreira que comentaram algumas das atitudes imperdoáveis no desenvolvimento profissional em épocas de crise, como a que o mundo atravessa atualmente. Elas poderão ajudá-lo a passar pela etapa sem grandes arranhões. Veja quais são os dez erros fatais para sua carreira em períodos de crise.
Não ter projeto estratégico
"A ausência de um projeto estratégico para a carreira pode deixar o profissional desorientado e até causar desespero em momentos de crise. Muitos profissionais não têm sequer um plano A, que dirá plano B que os proteja de problemas mais sérios. Sem planejamento, não há preparação. Portanto, é recomendável que todos tracem planos de carreira para os próximos dois, cinco e até dez anos. Identifique os objetivos, saiba o que o tornará um profissional desejável pelo mercado de trabalho e, por fim, desenhe diferentes caminhos a percorrer para alcançar essas metas. Lembre-se que profissionais de excelência optam por carreiras multifuncionais, ou seja, aquelas que envolvem mais de uma atividade. Seja flexível e antecipe-se para não ficar à mercê das mudanças"
Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos
Deixar de se capacitar
"Até por falta de planejamento financeiro, muitos profissionais deixam de se aperfeiçoar. Esse, porém, é um engano. O conhecimento é a única moeda de troca do mercado de trabalho. Deixar de se preparar ou de buscar informações é se distanciar mais ainda das oportunidades. Mais do que nunca você precisa estar atualizado. A falta de dinheiro, muitas vezes é só uma desculpa, até porque há alternativas mais baratas. É possível optar por cursos on-line ou pela leitura de livros"
Marta Demattos, professora de administração de Recursos Humanos do Ibmec Minas.
Ser pessimista ou autoconfiante demais
"O pessimismo é ruim para a saúde mental, psicológica e física e principalmente para o desempenho profissional. Pode inclusive impedir o profissional de encontrar saídas para os problemas. Canalize as energias para trabalhar melhor, para administrar a angústia, medos e incertezas. Pondere, no entanto, a autoconfiança. Em excesso também pode ser prejudicial para a gestão da sua carreira. Além de causar acomodação, pode fazer perder o senso da realidade. Priorize o meio termo"
Werner Kugelmeier, consultor empresarial e diretor da WK Prisma.
Esconder-se
"Em época de crise, uma série de desculpas vêm à tona para justificar demissões. Daí, alguns profissionais exageram nos cuidados e se escondem demais para não se tornar alvo fácil. Isso, em vez de proteger, pode prejudicar, pois na mira dos gestores também estão os considerados sombras. Ou seja, aqueles que nada têm a contribuir com a empresa. Por outro lado, manter-se no centro das atenções também pode ser prejudicial porque, junto ao destaque profissional, sempre há a inveja. Mostre sua competência, mas conheça o espaço no qual está inserido"
Roberto Heloani, professor de comportamento organizacional e psicologia do trabalho da Unicamp (Universidade de Campinas) e FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Ficar alheio às mudanças
"As crises, em geral, são acompanhadas de mudanças. Portanto, é importante que os profissionais estejam conectados às transformações dentro do ambiente de trabalho. Ficar imerso em sua tarefa e não perceber o que acontece em volta pode afastá-lo das necessidades, demandas e até das novas prioridades da empresa. Nem sempre, porém, essas mudanças são explícitas. Procure ficar atento e buscar a comunicação, formal ou informal, com seus gestores. Seja pró-ativo e contribua para que a empresa sobreviva aos problemas. Tal atitude pode fazer toda a diferença"
Martim Francisco, gerente de educação executiva da IAG/PUC-Rio (Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)
Ser inflexível
"A inflexibilidade, em momentos de crise, só tende a atrapalhar ainda mais a gestão da sua carreira. Isso porque, geralmente, a situação propicia mudanças de funções e até de departamentos. A resistência é natural, até porque sair da zona de conforto é difícil. Mas é preciso ressaltar que nem sempre as transformações são negativas. Qualquer oposição pode colocar em xeque o seu emprego e ainda uma oportunidade de crescimento. O profissional flexível avalia a situação e cria estratégias para agir"
Camila Mariano, gerente do serviço de apoio a carreira da Catho.
Deixar de inovar e criar
"Deixe de pensar como empregado e passe a agir como empregador. Vá sempre além do que foi combinado quando foi contratado e faça o que for necessário para a empresa superar a crise. Procure identificar onde é possível agregar valor, seja ao apagar a luz na hora do almoço ou pensar em projetos sustentáveis. Ultrapasse o convencional e tenha mente empreendedora para criar e inovar sempre. Aja, pois o 'puxa-saquismo' não salvará o seu emprego, mas tenha bom senso. Nada de se comprometer a fazer tudo só para evitar dizer não"
Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.
Perder a motivação
"A motivação é a locomotiva dos bons profissionais. Não deixe o momento de crise te abalar e comprometer a qualidade do seu trabalho. Quando alguém deixa de acreditar, deixa de lado também os motivos que o levam a crescer. Além disso, perde a capacidade de inovar, de contribuir e ousar. Não permita que os problemas abalem sua felicidade profissional ou tornem os desafios mais difíceis do que são. Busque a motivação dentro de você e faça com que os momentos difíceis sejam os de maior prazer"
Sergio Piza, diretor de recursos humanos da Claro - empresa de telefonia móvel.
Tomar decisões precipitadas
"As tensões são comuns durante a crise. Portanto, cuidado. Nada de tomar decisões baseadas no desespero. Pondere todos os pontos negativos e positivos e pense bem antes de pedir demissão, trocar de emprego ou manter-se num emprego mesmo que insatisfeito. Em caso de nova proposta de emprego, compare os benefícios da atual e da futura empresa, analise a situação econômica de ambas e verifique se os setores às quais pertencem estão ou não em expansão. Lembre-se que crises estimulam a troca de emprego. Enquanto há mercados em declínio, há muitos outros em expansão"
Adélia Franceschini, consultora de marketing.
Entrar em pânico
"Demissões são comuns em situações de crise. Portanto, se você não conseguiu garantir sua vaga, não entre em pânico. O primeiro passo é refletir sobre os motivos que te levaram a perder o emprego. Converse com seu antigo gestor e faça auto-análise das suas atitudes profissionais. Trace estratégias para melhorá-las. Não é recomendável pegar o primeiro emprego que aparecer, o ideal é traçar planejamento estratégico de carreira antes de distribuir currículos. Ter foco é importante, mas é preciso também humildade. Ser muito seletivo pode te afastar do mercado de trabalho, o que pode baixar sua estima e ainda te desvalorizar profissionalmente"
João Batista Diniz Leite, professor de gestão de pessoas do Ibmec de Brasília.
Fonte: Publicado em 28/04/2009 - 13:00 -Por Larissa Leiros Baronihttp://www.universia.com.br/carreira/materia.jsp?materia=17657


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